29/04/2009

Waiters




Jorge Molder, 1996


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Interessante

Eça, Gogol e o kitsch lusitano


Essa coisa tão simples: liberdade


A córnea que prestigia

...dia mundial da dança.




O Tango é uma proposta de voo conjunto


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19/04/2009

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Estava a ver que o cão nunca mais chegava...

prontus, podemos respirar fundo, chegamos à América...!

ok?

16/04/2009

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____enxugadas as lágrimas que a vida é o tempo de uma pétala. imprecisa realidade de tudo o que é na flor em flor. o resto é o sub-texto de uma espécie de salmo ou rapsódia. Substancia das multiplicidades do Zero._____e a queda é um fosso. re inscrito. e o grande mistério de Deus é o homem.
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Colhida a luz do apaziguado momento no encontro das águas. restauro do coração no abraço que é laço e nó. cais e ancora. linhagem do sangue.


Obrigada D e B.


e

Obrigada a todos os que aqui passam.
Bjo terno.

05/04/2009

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Boa Páscoa é o que vos desejo.


Crucificação de Jesus, Maria Madalena e o Anjo
Sandro Botticelli



No livro "A Monstruosidade de Cristo" Slavoj Zizek confronta-nos com o fantasma da encarnação de Cristo. É essa encarnação a monstruosidade que Zizek tem em mente - não Cristo, mas Ele se ter feito homem, ter vindo ao corpo, à dor e à sensibilidade humanas para padecer dos mesmos sofrimentos, fazendo-nos perder a sua transcendência paternal, constrangendo-nos a assumir por inteiro as escolhas e a responsabilidade por elas. Vale a pena citar: "(...) Quando as pessoas imaginam toda a espécie de sentidos profundos porque as 'assustam as palavras que dizem: Ele fez-se Homem', aquilo que na realidade receiam é perderem o Deus transcendente que garante o sentido do universo, Deus como o senhor oculto que move os cordelinhos - em seu lugar encontramos um deus que abandona a sua posição transcendente e se precipita na sua própria criação, comprometendo-se com ela até à morte, o que faz com que nós, seres humanos, fiquemos sem qualquer Poder superior que olhe por nós, sem outra coisa que não seja o terrível fardo da liberdade e da responsabilidade pelo destino da criação divina e, portanto, do próprio deus. Não continuaremos hoje a recear demasiado todas as consequências dessas palavras?"

Ler o ensaio na integra em Ípsilon



Ainda em Pausa

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01/04/2009

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No mistério do sem-fim
equilibra-se um planeta.

E, no planeta, um jardim,
e, no jardim, um canteiro;
no canteiro uma violeta,
e, sobre ela, o dia inteiro,

entre o planeta e o sem-fim,
a asa de uma borboleta


Cecília Meireles




stand by

deixo beijos
ternos. Obrigada a todos.